01 de outubro, 2018
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ELEIÇÕES 2018 (1): nesta última semana todo cuidado é pouco, ignore as mentiras e provocações...

Nesta 1ª resenha duas matérias dos principais jornais de SP, Folha de S. Paulo analisada por Fernando Brito do Tijolaço e Estadão por Luis Nassif do Jornal GGN.  

Como disse o colunista "Joaquim Xavier" no Conversa Afiada hoje:

"(...) Todo cuidado é pouco nesta semana decisiva. A militância do campo popular já SE mostrou disposta a ir até o fim. A fiscalizar o pleito de perto e com lupa e denunciar as fraudes em curso e as que virão; a comparecer aos locais de votação em massa; a organizar comitês nas fábricas, nos bairros e onde quer que seja em defesa do que restou de lisura nessa eleição.

Essa mesma militância quer ver na propaganda eleitoral desta semana crucial a denúncia vigorosa deste judissiário calhorda..."

Vamos à luta, a batalha só termina domingo 07/out ás 17:01 hs! 
Marcelo Nassif, Editor do Jornal do Nassif
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Edição da Folha entra para a história. A história da covardia - por Fernando Brito texto e arte capa no TIJOLAÇO em 30/09/2018

Já era possível ver, ontem, na versão eletrônica.

Hoje, em papel, a Folha de S. Paulo confirma a covardia de seus editores diante do que o próprio advogado do jornal definiu como “uma bofetada na democracia”: a proibição de Luiz Fux de  que se realizasse uma entrevista com o ex-presidente Lula e, ainda pior, ameaçando punições caso fosse publicada.

Gasta um terço de sua capa para, solenemente, anunciar que não anuncia nada. Ou seja, não toma posição e iguala, miseravelmente, Fernando Haddad a Jair Bolsonaro.

Com todas as restrições que o jornal possa fazer, isso é um insulto à inteligência de qualquer não-fanático que o leia.

Coloca em cima, literalmente,  da espetacular foto da manifestação #EleNão no Largo da Batata, uma matéria “de cozinha” sobre dirigentes do PT “estarem sendo processados”. Matéria encomendada e isso fica evidente logo que você vê que, ao contrário do que é regra na Folha, não vem com assinatura do “repórter” que a fez.

Mas e a indignação do jornal com a censura?

Faltou à aula?

Fica, apenas e discretamente, por conta da colunista do Painel, Daniela Lima, em algumas notas em que diz que o caso “provoca mal-estar entre ministros do STF”.

Sites com muito menos recursos que a Folha, como o Conjur, foram ouvir advogados, que  condenaram a censura. O jornalão paulista, a nenhum.

Por acaso a ombudsman escreveu sobre o interesse jornalístico evidente da entrevista  ou sobre os precedentes, no próprio jornal, de entrevistar pessoas presas? Não. Recomenda “a busca radical por equilíbrio [que] deve  estar nas pequenas e nas grandes decisões”.

Como, por exemplo, servir de rosto à democracia para  levar “uma bofetada” de Luiz Fux e ficar quieta.

O advogado da Folha, Luís Francisco Carvalho Filho, cumpriria melhor o papel de editor de um jornal com dignidade. Ao menos reage diante dos absurdos.

Porque um jornal que não defende sua própria liberdade de informar com o que é relevante tem capacidade para defender a liberdade alheia?
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Os haters do Estadão contra o demônio Lula, por Luis Nassif (foto) - Jornal GGN, O Jornal de todos Brasis - POLÍTICA - 30/09/2018 15:38 - ATUALIZADO EM 30/09/2018 - 16:12 - Arte matéria Jornal GGN

O Estadão já teve Fernando Pedreira, Oliveiros Ferreira, teve Carlos Chagas, Villas Boas Correa, analistas políticos que influenciavam diretamente nos rumos do país trazendo visões de mundo complexas, conservadoras, é verdade, mas com conteúdo.

A era das redes sociais trouxe a banalização da opinião, o opinionismo desenfreado. Mais que isso, consagrou a política do like, a opinião mais próxima possível do senso comum para ganhar leitura.

A reações dos melhores jornais do mundo tem sido no aprofundamento da cobertura e das análises. Passam a ser filtros não apenas das notícias, mas dos leitores. O pior serviço que um jornal poderia fazer a si próprio é igualar o nível de seus analistas aos das redes sociais, disseminar teorias conspiratórias inverossímeis, análises sem nenhuma capacidade de correlacionamento de fatos.

Confira-se aqui o artigo abaixo, de uma das colunistas políticas do Estadão.

Segundo o artigo, o desfecho das eleições foi manobrado por Lula, de sua prisão. Repare bem: não foi o fato de Lula ter uma visão estratégica melhor que seus adversários, mas de ele ter o poder demoníaco de influenciar corações e mentes até de seus adversários.

Acompanhe o raciocínio:

No roteiro que traçou para a volta ao poder tendo Fernando Haddad como hospedeiro, Lula escolheu Bolsonaro como adversário”.

Ou seja, Bolsonaro cresceu não em função do discurso de ódio da mídia, da fraqueza e dos erros políticos do PSDB, mas do fato de Lula tê-lo escolhido como adversário. 

A polarização do primeiro turno (...) é, ela também, resultado do plano que Lula traçou bem antes de ser preso e executou com maestria direto do cárcere em Curitiba”.

Qualquer analista, minimamente dotado, sabe que o crescimento de Bolsonaro decorre da desmoralização do impeachment – apoiado pela mídia, Supremo, Congresso – com a ascensão de Michel Temer. Mas sabe porque Temer falhou? Para ajudar Lula.

Contou com a ajuda inestimável de Michel Temer, que, afundado em denúncias de corrupção, conseguiu não só fazer uma parcela significativa da população esquecer o desastre que foi sua companheira de chapa quanto ter saudade daquele que a inventou”.

Mais que isso, diz que Lula “inventou um dublê que é totalmente diferente de si”. O “invento”, no caso, foi o melhor Ministro da Educação da história e um prefeito que trouxe para São Paulo políticas inovadoras reconhecidas internacionalmente. E uma gestão absolutamente moderada na cidade de São Paulo.

Resultado: cresce no Nordeste e nos segmentos de baixa renda de forma a assegurar uma vaga no segundo turno e pode ser aceito pelos setores moderados devido à rejeição do adversário e a promessas pouco críveis de aceno ao liberalismo na economia e ao respeito às regras do jogo na política”.

Segundo a revolucionária analista, o PT tem um histórico de cabresto na imprensa e no Judiciário, justo o partido que mais verbas carregou para a mídia e foi tão ingênuo em relação ao Judiciário que nomeou para cargos chave procuradores e Ministros que fizeram da perseguição ao PT seu ganha pão político.

Haddad continua o que sempre foi. Mas, segundo a mitômana analista, ele encarnou uma dupla personalidade, pensada pelo seu chefe.

Porque o plano ideal vislumbrava que Bolsonaro se manteria resiliente durante a campanha, fruto justamente da outra face da doença legada pelo PT ao País nos últimos 16 anos: o antipetismo cego”.

Maravilha! O PT inventou o antipetismo para poder derrota-lo nas eleições!

Não à toa, os petistas se eximiram de críticas mais contundentes a Bolsonaro, mesmo diante das pautas mais contrárias do deputado e ex-capitão àquelas caras à esquerda.

Donde se conclui que esse ser diabólico, chamado Lula, infiltrou-se  também nos grandes veículos de mídia para convencê-los a poupar Bolsonaro. E eles só perceberam faltando dez dias para as eleições. Esse Lula!

E qual o objetivo desse conluio de Lula com a mídia, para poupar Bolsonaro?

Levar o barco placidamente ao encontro marcado no segundo turno, e deixar a rejeição a Bolsonaro ser inflada por ele mesmo e seus aliados, sob o beneplácito entusiasmado de uma elite estudada e endinheirada que parece em transe hipnótico.

Além dos poderes mediúnicos, Lula tem o condão de deixar todo mundo, jornais, elite estudada e endinheirada, em “transe hipnótico”. E, com isso, tornar a população “refém” do lulismo.

Assim, a maioria da população e do eleitorado que não está entrincheirada em nenhum dos extremos regressivos e ameaçadores à democracia segue refém das estratégias de Lula e de Bolsonaro, o antípoda por ele apontado – em tudo semelhante àquele que escolheu Dilma em 2010 e Haddad em 2012 e 2018”.

E faz o alerta final, acordem para impedir que “o cativeiro do País perdure pelos próximos quatro anos”.

Nem na pior fase do Estadão, na grande crise econômica dos anos 80, viu-se algo semelhante.

De AMORAIZA

Lula, O Mentalista novo e o Silêncio do Inocente

Diretamente do cárcere, concentrado como o Hannibal Lecter, Lula manda suas ordens psíquicas irresistíveis para os seus eleitores colocando-os em transe hipnótico.

Mais que isso, ele influencia bolsonaro a ser boçal.

Não é à toa que Obama se rende ao poder de Lula

Lula é o cara!


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